Same Old Chic Thoughts

The Brazilian magazine Moda  interviewed the psychoanalyst Flávio Gikovate about our behavior towards consumption, vanity and of course, fashion. A Brazilian blog that I really love, for its sense of reality and prudence, Oficina de Estilo, posted part of this interview. I would love to share it all in English, but I won’t (#Isuck@timemanagent).  Nonotheless I would like to share some interesting thoughts.

When asked about symbols Dr. Gikovate  clarified that “the society has no interest in people being happier because they consume less, that is, capitalism thrives on human misery” and  according to him “happy people spend their time on things they really like, instead of buying“. I think we can all agree to that. Society imposes certain consumption attitudes, and I must say the ones who are unhappy (as consequence of this vicious circle) suffer the most, seeking happiness in consumption, trying to achieve the ideal of beauty, thinness and wealth.

Dr. Gikovate also goes to a concept defined by the Polish sociologist Zygmunt Bauman, the Liquid Modernity – you are proud of what you consume, but not what you produce – to explain that in our society well-being, health and happiness have no meaning. Digging a pinch deeper on this concept I found myself suffering from another diagnoses of this same concept. “In liquid modernity there is no commitment to the idea of permanence and durability. Between the possibility of detachment fluid as a way of life and the imposition of the same for the vast majority, there is a vacuum between freedom and uncertainty, helplessness and social emancipation and individual”, excerpt from this article.

A revista Moda entrevistou o psicanalista Flávio Gikovate sobre o nosso comportamento em relação a vaidade, consumo, e, claro, moda. Um blog brasileiro que eu realmente amo, por seu senso de realidade e sensatez, o Oficina de Estilo, publicou parte dessa entrevista. Gostaria de compartilhar algumas reflexões interessantes.

Quando perguntado sobre símbolos Dr. Gikovate esclareceu que “A sociedade não tem interesse em pessoas mais felizes porque elas consomem menos, ou seja, o capitalismo se alimenta da infelicidade humana”, e segundo ele ” Os mais alegres gastam seu tempo com coisas que realmente gostam, em vez de comprar“. Eu acho que todos podemos concordar com isso, né? A sociedade impõe certas atitudes de consumo, e devo dizer que os que descontentes (como conseqüência deste círculo vicioso) são os que mais sofrem, buscando a felicidade no consumo, tentando atingir o ideal de magreza, beleza e riqueza.

Dr. Gikovate também pincela sobre um conceito definido pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman, a Modernidade Líquida – quando você se orgulha do que consome, mas não do que produz– para explicar que em nossa sociedade bem-estar, saúde e felicidade não têm significado. Indo um pitada mais a fundo sobre este conceito que eu me deparei sofrendo de outro diagnóstico do mesmo conceito. “Na modernidade líquida não há compromisso com a idéia de permanência e durabilidade. Entre a possibilidade do desprendimento fluido como modo de vida e a imposição do mesmo para a imensa maioria, há um vácuo entre a liberdade e a incerteza, a emancipação e o total desamparo social e individual”, trecho extraído desse artigo.

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